Para todas as mulheres que são amantes de uma bela literatura internacional, que está sempre em busca de livros com romances sórdidos, erótico, explosivos, envolventes, onde mistura todos os sentimentos de desejos,  sedução, saiba que existe o livro ideal para você aproveitar tudo isso e muito mais.  Para você que ao sabe  livro o livro 50 Tons de Cinza escrito pela autora britânica Erika Leonard James publicado em 2011, está fazendo maior sucesso no Brasil, onde diversas pessoas já estão se tornando fãs nº1 da grande  saga do livro.

O sucesso foi tão esplêndido que estão  fazendo preparativos para um filme, onde estão fazendo uma seleção dos melhores atores e atrizes para os papeis principais do livro.  Confira maiores informações sobre o sucesso do grande livro.

Cinqüenta tons de Cinza:

Para quem não sabe Cinqüenta Tons de Cinza retrata  a história de Anastasia Steele, uma virgem de 21 anos na Faculdade de Literatura, no qual após entrevistar Christian Grey para o jornal da faculdade, passa ter um relacionamento com o magnata. A trama se desenrola em Seattle, e em meio ao luxo a Anastasia descobre por meio de Christian Grey o mundo do sadomasoquismo.  Anastasia se torna escrava sexual de Grey, com ricos detalhes de bondage, sadismo e masoquismo(BDSM). O livro trás fortes emoções para o leitor causando um desejo terrível tanto par o homem como para mulher, desvendando o mundo de segredos e desejos escondidos.

Sucesso nas Livrarias:

Além do livro tem a continuação que são: Cinqüenta Tons Mais Escuros e Cinqüenta Tons de Liberdade. O sucesso foi tão grande, que os livros foram vendidos em mais de 37 países ultrapassando Harry Potter e o Código da Vinc. Os livros estão a venda em diversas livrarias, lojas e shopping, caso desejam interessadas em ler o livro, confira abaixo um pequeno trecho do livro:

(Então ela me convocou como voluntária. Preciso meter a cara para as provas finais, tenho um ensaio para terminar, e devia ir trabalhar hoje à tarde, mas não: vou dirigir duzentos e setenta quilômetros até o centro de Seattle para encontrar o enigmático CEO da Grey Enterprises Holdings, Inc. Como empresário excepcional e principal benemérito de nossa universidade, seu tempo é extraordinariamente precioso – muito mais precioso que o meu -, mas ele concedeu uma entrevista a Kate. Uma grande conquista, diz ela. Malditas atividades extracurriculares de Kate.

Meu destino é a sede da empresa global do Sr. Grey. Trata-se de um prédio comercial de vinte andares, todo feito de vidro e aço, um desses projetos arquitetônicos excêntricos, com o nome grey house escrito discretamente em aço em cima das portas de vidro da entrada. São quinze para as duas quando chego e, com grande alívio por não estar atrasada, entro no saguão imenso – e, para ser sincera, intimidante – todo de vidro, aço e arenito.

- O Sr. Grey vai recebê-la agora, Srta. Steele. Pode entrar – diz a Loura Número Três. Estou parada bastante trêmula tentando controlar os nervos. Pego a mochila, abandono meu copo d’água e me encaminho para a porta entreaberta.

- Não precisa bater, basta entrar. – Ela sorri com simpatia.

Empurro a porta, tropeço nos meus próprios pés e caio estatelada no escritório.

Merda: eu e meus dois pés esquerdos! Caio de quatro no vão da porta da sala do Sr. Grey, e mãos delicadas me envolvem, ajudando-me a me levantar. Que vergonha, que droga de falta de jeito! Tenho que me armar de coragem para erguer os olhos. Caramba… ele é muito jovem.

- Srta. Kavanagh. – Ele me estende uma mão de dedos longos quando já estou em pé. – Sou Christian Grey. A senhorita está bem? Gostaria de se sentar?

Muito jovem. E atraente, muito atraente. É alto, está vestido com um belo terno cinza, camisa branca, e gravata preta, tem o cabelo revolto acobreado, e olhos cinzentos vivos que me olham com astúcia. Custo um pouco a conseguir falar.

O que está havendo? Tenho que ir. Agora. Inclino-me para a frente a fim de pegar o gravador.

- Gostaria que eu a levasse para conhecer a empresa? – pergunta ele.

- Tenho certeza de que o senhor é ocupado demais, Sr. Grey, e tenho uma longa viagem pela frente.

- Vai voltar dirigindo para Vancouver? – Ele parece surpreso, até ansioso.

Olha pela janela. Começou a chover. – Bem, seria melhor dirigir com cuidado.

- Seu tom de voz é severo, autoritário. Por que deveria se interessar? – Conseguiu tudo que precisava? – acrescenta.

- Sim, senhor – respondo, guardando o gravador na mochila. Seus olhos se estreitam especulativamente.

- Obrigada pela entrevista, Sr. Grey.

- O prazer foi meu – diz ele, educado como sempre.

Quando me levanto, ele fica de pé e estende a mão.

- Até a próxima, Srta. Steele. – E a frase soa como um desafio, ou uma ameaça, não sei bem o quê.)

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